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Mostrando postagens com o rótulo Entrevistas

Artilheiro Milton relembra o título de Campeã Mineira do Interior de 2004 da Caldense

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Milton é daqueles jogadores que exalam garra, raça e vontade. Não a toa, recebeu o apelido de Tanque. No Campeonato Mineiro de 2004 a Caldense foi Campeã Mineira do interior e ele foi um dos destaques do time. Marcou seis gols, três deles obras-primas. Escreveu seu nome na história da Veterana por marcar o tento da vitória contra o Cruzeiro de Luxemburgo e companhia. Teve passagens marcantes por Villa Nova, Avaí, América-MG e Ponte Preta. Atuou ao longo da carreira por 27 equipes e hoje mora em Conceição do Mato Dentro, há 165 km de Belo Horizonte, onde coordena um projeto social. Nesta entrevista, o ex-jogador conversou com Renan Muniz via vídeo conferência. Outro dia vi uma entrevista sua, na qual você fala que morava em uma casa sem energia elétrica, sem TV e que seu grande sonho era poder melhorar as condições de vida da sua família. Felizmente, alguns anos mais tarde você conseguiu realizar seu sonho, se tornou um grande jogador e chegou ao ápice da carreira em 1997, quando...

“Vestir a camisa da Caldense não é pra qualquer um” – diz Fábio Paulista

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O zagueiro-artilheiro, Fábio Paulista, chegou à Caldense em um momento conturbado da história do clube. A equipe havia acabado de ser rebaixada para disputar o módulo II do Campeonato Mineiro em 2008 e estava perdendo muitos torcedores para o outro time que acabara de surgir na cidade. Mesmo encarando tantas dificuldades, conseguiu se destacar e se tornou um dos maiores zagueiros de todos os tempos da Veterana. Renan Muniz e Fábio Paulista durante a entrevista Como foi lidar com a toda essa situação de disputar um módulo II, com o clube em crise e torcedores desacreditados? A gente teve que fazer um recomeço e as coisas levaram um tempo para se encaixar. Na época o Jânio Joaquim era o gerente de futebol e estava com a saúde debilitada, comandava o departamento de futebol praticamente sozinho. Por eu ser o capitão da equipe, ele conversava muito comigo e me pedia para conversar com os outros atletas para motivar os jogadores. Foi um dos piores períodos da história da Caldense...

“Tento sentir a mesma emoção que o torcedor sente” – diz narrador da Difusora.

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Luiz Gustavo Gasparino se formou em Jornalismo no ano de 2005, em São João da Boa Vista. Assim que entrou no mercado de trabalho, atuou como repórter, fez plantões e comentários esportivos. Sempre ouvia dos amigos para tentar carreira como narrador, mas sentia receio de encarar o desafio devido à sua timidez.   Em 2012 surgiu uma oportunidade na semifinal da taça EPTV de futsal. O narrador que iria transmitir o jogo ficou rouco e gripado no dia da partida. Sem tempo hábil para correr atrás de outra pessoa, a solução foi chamar Gasparino para narrar. E desde então, o jovem narrador vem se aprimorando para evoluir cada vez mais nas transmissões de jogos amadores e profissionais. Renan Muniz e Gasparino durante a entrevista.   Como foi sua chegada a Poços e na Difusora? Em 2015 recebi um convite do pessoal da Rádio Difusora, que conheceram meu trabalho através de indicações do pessoal de São João. Eu sempre cubro os campeonatos amadores de lá e eles me trouxeram para cobr...

"Todo gol da Caldense me emociona e tento passar isso aos ouvintes" - diz narrador da Rádio Cultura

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Paulinho Figueiredo sempre gostou de futebol. Quando criança jogava com os amigos na roça e no amador da cidade, sempre sonhando em se tornar um jogador profissional. Os anos foram passando e o sonho foi ficando cada vez mais distante. Com isso, passou a tentar carreira no rádio, onde teve a oportunidade de trabalhar pela primeira vez em 1982, por intermédio de Luiz Cagnani. Começava ali a carreira desse grande narrador, que atualmente transmite os jogos da Caldense pela Rádio Cultura. Renan Muniz e Paulinho Figueiredo durante a entrevista.   Como foram suas primeiras transmissões? Naquela época, a Caldense disputava o campeonato mineiro de juniores com sua equipe de base. E eu fui escalado em duas oportunidades para cobrir os jogos como repórter. Em Araguari contra o Fluminense e em Belo Horizonte contra o Cruzeiro. Foi ali que dei início à minha carreira. Como é sua rotina de trabalho? Tenho meu trabalho particular em uma empresa e só acompanho o futebol aos finais...

O trabalho de um massoterapeuta no futebol

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Natural de Poços de Caldas, Áureo Cesar sempre foi um amante do futebol. Em 1995, acompanhava o futsal da GM Costa e ajudava como massagista. Na mesma época, coincidiu de faltar um profissional da área no futebol de campo da Caldense e aí veio o convite. O até então inexperiente “Aurinho”, sequer sabia aplicar uma injeção, mas aceitou o desafio. Iniciou sua carreira no futebol profissional como massagista e no decorrer dos anos foi se aprimorando para se tornar um massoterapeuta. Entre passagens por Ponte Preta, Ituano, Volta Redonda, Mogi-Mirim e Paulista, Áureo está sempre integrando a comissão técnica da Veterana. Áureo Cesar e Renan Muniz durante a entrevista. Como é sua rotina de trabalho? Sou um dos primeiros a chegar ao clube, tenho que preparar tudo o que os atletas vão precisar ingerir antes, durante e depois dos treinos.  Separo os suplementos e medicamentos que cada jogador deve tomar, ajeito os líquidos para o pessoal poder se hidratar. Na falta de um médico, o...

A importância da preparação física no futebol

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Entrevista com Caldiron Luiz Carlos Caldiron sempre foi um apaixonado por futebol. Na adolescência, praticava o esporte e sonhava em ser um jogador profissional. Mas quando chegou a hora de fazer faculdade, optou por cursar Educação Física e abriu mão de tentar se tornar um atleta. Começou como auxiliar de preparação física no Valério e, dali em diante, deu sequência na carreira. Chegou à Caldense em 2008 para assumir o departamento de preparação física e fisiologia da Veterana, onde permanece desde então. Renan Muniz e Luiz Carlos Caldiron durante a entrevista. O preparador físico é um profissional que deve estar sempre se atualizando e estar a par das novas tendências do futebol moderno. Como você lida com isso? Cada ano é um aprendizado. Temos sempre que inovar, trazer novidades e nos atualizar. Por melhor que seja o trabalho realizado, sempre há algo a ser melhorado. Tenho a felicidade de ter feito o curso de fisiologia do exercício e tenho contatos na USP que sempre ...

ENTREVISTA COM ZEZITO: Conheça a história do treinador

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O treinador José Araújo da Silva, o Zezito, chegou à Caldense no final de 98 para montar o elenco da equipe para a temporada de 99. Começava ali uma trajetória de sucesso que teve como auge o Campeonato Mineiro de 2002, conquistado pela Veterana, onde dirigiu e equipe até meados da competição e depois deu lugar a Walter Ferreira. No total foram seis passagens pelo Verdão: 1999, 2001, 2002, 2003, 2004 e 2006. Ele é considerado um dos melhor técnicos da história da equipe alviverde e já recebeu inclusive uma placa por ter sido um dos treinadores que mais comandou o time. Apesar de ter dirigido cerca de 40 clubes e morado em dezenas de cidades, gostou tanto de Poços de Caldas, que trouxe sua família para morar na cidade, onde reside há mais de quinze anos. Renan Muniz e Zezito durante a entrevista. Quais características um treinador precisa ter para ser considerado um bom profissional? Tem muito apitador de treino por aí. Pra ser treinador, tem que se preparar muito, não é fácil....

Entrevista com Orlando: Ex-jogador da Caldense

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Ao longo de toda a história da Caldense, apenas quatro jogadores que vestiram a camisa alviverde foram convocados para a seleção brasileira. O zagueiro Neto, o volante Elzo, o atacante Casagrande e o lateral-direito Orlando Fernandes.  Orlando marcou época na Veterana e é considerado um dos melhores de todos os tempos da posição, juntamente com Arnaldo. Se destacou no Atlético, ganhou inúmeros títulos e seu nome figurou inclusive na lista de convocados para a badalada seleção de 82. Renan Muniz e Orlando durante a entrevista. Como foi sua chegada à Caldense e trajetória no clube? Sou de Santo André e comecei nas categorias de base do Santos com Pepe, Formiga e Olavo. De lá vim pra Caldense em 77, onde joguei até 79. Na época cheguei junto com um amigo, o Romildo. O Carmelito nos recebeu, conversou conosco e nos levou para a antiga república dos jogadores. Chegando lá conheci o Jota Lopes, o Paulinho zagueiro e comecei a fazer amizade com o pessoal. Vivi grande momentos na Veter...

Entrevista com Paulão: Ex-goleiro da Caldense

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Paulo Roberto Duarte só não é o melhor goleiro da história da Caldense pois encontrou Gilberto Voador pela frente. “Paulão” jogou mais de dez anos pela Veterana, trabalhou por quase uma década na comissão técnica do clube e provavelmente é o jogador que mais vestiu a camisa do Verdão. Conheçam a carreira deste grande atleta que marcou época na equipe alviverde. Renan Muniz e Paulão durante a entrevista. Normalmente quando uma criança começa a jogar bola, gosta de jogar na linha, marcar gols. Como começou seu interesse por jogar no gol? Na verdade eu era jogador de linha. Jogava como ponta esquerda, mas na década de 70 em São Sebastião do Paraíso faltou goleiro e eu fui escalado para essa posição e desde então não me deixaram mais voltar pra linha. Sinal que eu não era tão bom assim né? (risos). Como foi sua trajetória no futebol até se tornar um profissional? Eu jogava futebol amador na região de São Sebastião e Passos, onde disputei um campeonato regional e fui campeã...

Entrevista com Marcus Vinícius: Ex-jogador da Caldense

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Marcus Vinícius, o “Marcão”, nasceu em Divisa Nova-MG e se mudou para Poços de Caldas ainda no início de sua adolescência. Oriundo do futebol de salão, jogou pela GM Costa e logo passou a fazer parte do juvenil do futebol de campo da Caldense. Teve sua chance no profissional, se destacou e sua carreira deslanchou. Vestiu a camisa e foi capitão de grandes clubes brasileiros como Cruzeiro, Grêmio, Atlético-PR e Ponte Preta. Conquistou inúmeros títulos e levou o nome da Veterana a nível nacional. Renan Muniz e Marcus Vinícius durante a entrevista. Quais eram suas principais características como jogador? Eu atuava como primeiro volante. Marcava bem, não era muito veloz, mas tinha uma técnica apurada. Conseguia passar a bola com qualidade e me impunha muito. Por ser alto, levava vantagem nas bolas aéreas. Às vezes ajudava o time com gols de cabeça e chutes de média distância. Nunca fui um craque, mas sempre fui um bom jogador. Os volantes não aparecem muito para a torcida, mas ...

A trajetória de Antônio Bento Gonçalves na Caldense

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Antônio Bento Gonçalves foi eleito presidente da Caldense para o biênio 2017/2018, será seu terceiro mandato. Toninho já dirigiu a Veterana em 81/84 e 2011/2012. Nesta entrevista ele conta tudo o que já fez e o que ainda pretende fazer pela Caldense.  Renan Muniz e Antônio Bento Gonçalves durante a entrevista. Como começou a sua relação com a Caldense? A minha relação com a Caldense vem de um tio meu, Alfredo Santamaria, que foi presidente da Caldense entre 49 e 51. Depois me casei com a Dulce, que é filha do Sr. Augustinho e sobrinha do Ronaldo Junqueira, pessoas que sempre estiveram ligadas com a Veterana. E, em uma época em que a situação era adversa, me convidaram para ser presidente da Caldense e tenho certeza que fiz um bom trabalho. Quais foram os principais feitos da sua gestão entre 81 e 84? Toninho será presidente da Caldense O Ronaldão havia sido inaugurado em 79 e o Cristino Osório não estava sendo utilizado desde então, por isso optei por desativar...